quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Dieta Hiperproteica Para Praticantes de Musculação

   É notável o interesse por dietas hiperproteicas entre os esportistas que precisam de muita força e ganho de massa muscular. Pesquisas cientificas mostram através de estudos que esportistas e atletas necessitam de um aporte maior de proteínas, dependendo do seu tipo de treinamento, podendo chegar até 2 g/kg de peso/dia. As recomendações do RDA – Recommended Daily Allowance (consumo diário recomendado) para indivíduos inativos fisicamente (antes chamados de sedentários) é de 0,8 g/kg/dia. Assim, o consumo de proteínas pela maioria dos atletas é tipicamente bem acima do recomendado aos que não se exercitam, podendo dobrar de quantidade, suprindo adequadamente as necessidades do organismo nos exercícios físicos e nos treinos.


Dieta Hiperproteica


   Um crescente número de estudos indicam que as necessidades proteicas, tanto para força, quanto para resistência física dos atletas, variam de 1,0 a 2,0g/kg de peso corporal. Entretanto, as recomendações definitivas não estão estabelecidas, pois dependerá do objetivo do atleta. Para se estabelecer um número ideal de consumo de proteína, é necessário, antes, se consultar com um nutricionista esportivo, para que ele calcule qual a sua necessidade mais apropriada. Esportistas e Atletas afirmam acreditar que a força e o aumento dos músculos podem ser adquiridas somente através do consumo de grandes quantidades de alimentos e suplementos proteicos, estes podendo se estender as recomendações, chegando até 5g/kg/dia. Tanto atletas como empresas de suplementos demonstram claramente seus produtos como se fosse algo esplêndido, que possa a vir trazer o que desejas em apenas 1 mês com a utilização do produto. Dietas hiperproteicas, frequentemente utilizadas pelos atletas que treinam com pesos, são aterogênicas, ou seja, promovem o endurecimento das artérias.        

   Uma prática comum entre os atletas que tentam obter baixos teores de gordura corpórea é basear-se na dieta com grande quantidade de proteína e baixa quantidade de carboidratos e gordura, na crença de que apenas a gordura e o carboidrato são ingeridos e convertidos em gordura corporal.

   Alguns desses atletas no período de ganho de peso ingerem, frequentemente, grandes quantidades de claras de ovos e alimentos com alto teor de carboidratos e baixo teor de gordura, como arroz e batatas, juntamente com suplementos proteicos, estes não podem faltar, de acordo com eles. A ingestão de proteínas que chega duas ou três vezes acima do limite recomendado pelo RDA (2g/kg de peso) não demonstrou aumentar o anabolismo ou a força muscular. Já que o excesso de proteínas e aminoácidos não pode ser armazenado, transformando-se em energia ou gordura e o nitrogênio excretado através da urina. Quanto aos rins, não existe estudos comprovando que o excesso de proteína prejudique os rins. E sim estudos mostrando rins já comprometidos tendo que trabalhar mais para excretar mais nitrogênio proveniente do alto consumo proteico. Além do que, proteína em excesso, causa perda de cálcio pela urina. Portanto é cabível que a ingestão de proteína não ultrapasse 20g por dose e que o tipo delas seja de Alto Valor Biológico (AVB).

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